MIL E UMA NOITES

O menino! Ele é gentil e esbelto! E o seu talhe!… Beber da sua boca e esquecer as taças cheias e os vasos transbordantes!


Beber de seus lábios, saciar a sede no frescor de suas faces, refletir-se nas fontes dos seus olhos, e esquecer a púrpura dos vinhos, seu aroma, seu sabor e a sua embriaguez.


Se a Beleza em pessoa viesse confrontar-se com este menino, a Beleza baixaria a fronte, confundida.


E se lhe perguntasses: “Ó, Beleza! que me dizes? Já viste tu outro igual?” — ela responderia: “Outro como ele? em verdade, nunca!”

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