MIL E UMA NOITES

Ó mergulhador! Tu giras como um cego nas trevas da perdição e da noite! Eia, cessa os afazeres penosos, pois a Fortuna não ama a agitação!


Ó vicissitudes da sorte, basta! Tende piedade dos humanos! Que tristeza! Sobre a terra, nenhuma recompensa é igual ao mérito, nem digna do sacrifício.


Às vezes, eu saio de minha casa para, ingenuamente, procurar a Fortuna. E dizem-me que a Fortuna morreu há muito tempo.


Miséria! É assim, ó Fortuna, que relegas os sábios à obscuridade, para deixar que os tolos governem o mundo?…

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