MÁRIO QUINTANA (1906-1994)

Vivemos conjugando o tempo passado (saudade, para os românticos) e o tempo futuro (esperança, para os idealistas). Uma gangorra, como vês, cheia de altos e baixos - uma gangorra emocional. Isto acaba fundindo a cuca de poetas e sábios e maluquecendo de vez o homo sapiens. Mais felizes o animais, apenas lhes sobra um tempo: o presente do indicativo. E que nem dá para suspiros...

Mário de Miranda Quintana foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. 



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