“Imaginamos ter ele por objeto um ente que pode estar deitado diante de nós, encerrado num corpo. Ai de nós, ele é a extensão desse ente a todos os pontos do espaço e do tempo que esse ente já ocupou e ainda ocupará. Se não possuímos o seu contato com tal lugar, tal hora, não o possuímos. Ora, nós não podemos tocar todos esses pontos.”
 
A Prisioneira
PROUST

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